Só residentes · só cidadãos e residentes da Indonésiaatualizado em 1 de setembro de 2026

DTV · Indonésia

DTV via Jacarta

Desde 31 de agosto de 2026 o consulado só aceita pedidos de cidadãos e residentes da Indonésia. Desde janeiro de 2026 a entrevista presencial e a verificação do empregador são obrigatórias, e as aprovações são raras.

Prazo de análise

imprevisível

Taxa

US$ 350 online

Pedido

Online + entrevista presencial

Entrevista

Obrigatória, presencial em Jacarta

Jurisdição

Cidadãos e residentes da Indonésia

Quem pode fazer o pedido aqui desde 31 de agosto de 2026

Só cidadãos da Indonésia e quem tem autorização de residência indonésia. A regra vale para todo o sistema e está travada dentro do formulário do e-Visa: quem aceita o pedido é o país de nacionalidade ou de residência permanente. Se você não mora na Indonésia, este não é o seu consulado, e nenhuma circunstância muda isso. Qual consulado atende o seu país está no mapa.

Como se faz o pedido

O pedido entra online e a taxa de US$ 350 também se paga online; em janeiro de 2026 ela subiu de US$ 340. Depois vem a entrevista presencial obrigatória em Jacarta, sem alternativa: a exigência apareceu no início de 2026 e desde então não foi suspensa. Os prazos de decisão são imprevisíveis.

O que o consulado verifica e exige:

  • certidão de antecedentes criminais — do país de nacionalidade ou do país do pedido;
  • extratos bancários de três meses com saldo mínimo de 500.000 THB por participante, crianças incluídas; para o solicitante principal, a alternativa formal é uma carta de patrocínio;
  • verificação do empregador e legalização dos documentos constitutivos da empresa junto com o passaporte do diretor — uma exigência que a maioria de quem trabalha remotamente não tem como cumprir;
  • parte dos solicitantes recebe um visto de turismo em vez do DTV que pediu — a nossa crônica anota isso como um desfecho à parte.

Como era antes de 31 de agosto

Até o fim de 2025 Jacarta funcionava como um consulado normal: havia recusas, mas não eram elas que definiam o quadro. Em janeiro de 2026 o quadro desabou — as aprovações viraram raridade, surgiu a entrevista obrigatória, e a exigência de verificar o empregador fechou a rota para quem trabalha remotamente. No painel o consulado ficava com o status “Crise”.

Naquele momento ainda havia escolha: fazer o pedido aqui ou no consulado vizinho. Desde 31 de agosto não há escolha — para quem mora na Indonésia, Jacarta é o único lugar onde dar entrada no pedido, e para todos os demais está fechada.

A crônica detalhada desse período está na revista: “A crônica de Jacarta”.

O que acompanhamos aqui

Cada caso: se começar uma recuperação, seremos os primeiros a ver isso nos dados. E, à parte, como o consulado concilia a própria verificação do empregador com a nova exigência de residência.

Um dossiê que você montou por conta própria nós verificamos antes da entrada do pedido — o Preflight Check: US$ 300, relatório por escrito em dois dias úteis. O acompanhamento completo até o visto são os planos Solo Route e Family Route.

O estado de todos os consulados está no painel ao vivo; qual consulado atende o seu país, no mapa.

Material de referência publicado com fins informativos: observações do ateliê e informações de fontes públicas na data da publicação. As regras e a prática dos consulados mudam sem aviso. Não é consultoria jurídica, fiscal nem de qualquer outro tipo — num caso concreto, o ateliê trabalha com os seus documentos e com os requisitos atuais do consulado.

O ateliê

Vistos: é isso que resolvemos

Escreva para nós — respondemos rápido e enviamos a lista de documentos e o passo a passo do pedido para o seu caso.

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